Por Equipe LINK Vendas · 06 de setembro de 2026

    Quanto custa ter um catálogo digital em 2026: faixas de preço e o que vem escondido

    Descubra quanto custa um catálogo digital por faixa: grátis com limites, R$ 30 a R$ 60 por mês, acima de R$ 100 e e-commerce completo. O que cada faixa inclui, taxas de pagamento e custos que não aparecem no plano.

    Antes de escolher uma ferramenta, a pergunta que todo lojista faz é direta: quanto custa ter um catálogo digital? A resposta honesta é "entre zero e algumas centenas de reais por mês", o que não ajuda ninguém. Então vamos abrir essa conta em faixas, dizer o que cada faixa costuma incluir e, principalmente, o que costuma ficar de fora do preço anunciado.

    Este artigo não é uma tabela de preços de concorrentes (isso está em melhores plataformas de catálogo digital, com valores consultados em setembro de 2026). Aqui o objetivo é você conseguir estimar o custo total do catálogo para o seu negócio, incluindo o que não está na mensalidade.

    Os cinco componentes do custo

    O preço de um catálogo digital é a soma de até cinco coisas:

    1. Mensalidade da plataforma. O plano que você contrata, mensal ou anual.
    2. Taxa de pagamento. O percentual ou valor fixo por transação, cobrado pelo gateway (Mercado Pago, Pagar.me, PayPal, PagBank) ou pela própria plataforma quando ela tem gateway próprio.
    3. Comissão sobre a venda. Algumas plataformas de e-commerce cobram um percentual da venda além da taxa do gateway, especialmente se você não usa o meio de pagamento delas.
    4. Extras. Domínio próprio, usuários adicionais, apps, temas, limite de produtos ou de visitas, suporte.
    5. Seu tempo. Cadastrar produtos um a um, montar pedido na mão, conferir comprovante. Não aparece na fatura, mas é o custo mais alto para quem começa.

    Quando alguém pergunta "quanto custa", normalmente pensa só no item 1. Os itens 2, 3 e 5 é que decidem se o catálogo é barato ou caro para você.

    Faixa 1: grátis (com limites)

    Existem catálogos gratuitos de dois tipos: o catálogo nativo do WhatsApp Business e planos gratuitos permanentes de plataformas de catálogo e de e-commerce.

    O que costuma incluir: cadastro de produtos com foto e preço, link ou perfil para compartilhar, pedido chegando pelo WhatsApp.

    Onde está o limite:

    • Número de produtos. Planos grátis costumam parar em algumas dezenas de itens. O catálogo do WhatsApp aceita até 500 itens, mas sem variação: cada cor ou tamanho é um item.
    • Imagens por produto. Uma foto por produto é comum no grátis.
    • Recursos de venda. Pagamento online, frete calculado, estoque, listas de preço e importação em geral ficam nos planos pagos.
    • Taxa maior. Em plataformas de e-commerce, o plano grátis costuma ter a maior taxa por transação, então quem vende paga a plataforma pela venda, não pela mensalidade.
    • Marca da plataforma no seu catálogo e sem domínio próprio.

    Para quem faz sentido: quem está validando a ideia, tem poucos produtos e poucos pedidos por semana. O custo em dinheiro é zero; o custo em tempo aparece assim que o volume cresce. Escrevemos sobre isso em catálogo digital grátis: como criar o seu.

    Faixa 2: de R$ 30 a R$ 60 por mês

    É a faixa de entrada das plataformas de catálogo e dos planos básicos de e-commerce. Nos valores que consultamos em setembro de 2026, os menores planos pagos do mercado ficam nessa faixa.

    O que costuma incluir: produtos em quantidade maior (centenas) ou ilimitados, várias imagens por produto, variações, pedido com sacola, link personalizado, estoque e, dependendo da plataforma, pagamento online e frete calculado.

    O que costuma faltar ou ficar para o plano de cima: tabela de atacado e varejo, importação em lote, vários usuários ou vendedores, domínio próprio, integração com ERP.

    Para quem faz sentido: quem já vende pelo WhatsApp com regularidade e precisa parar de montar pedido na mão. É onde a maior parte dos pequenos negócios deveria começar, porque a mensalidade se paga com os pedidos que deixam de se perder.

    A LINK Vendas está nessa faixa: planos a partir de menos de R$ 50 por mês, com teste grátis de 7 dias sem cartão. Os valores atualizados estão em /planos. Diferente da maioria dos planos de entrada, o Standard já inclui pagamento online com a conta do próprio lojista no gateway, frete por Correios e transportadora, listas de preço e importação por planilha ou foto da tabela.

    Faixa 3: acima de R$ 100 por mês

    Aqui entram os planos superiores das plataformas de catálogo e os planos intermediários de e-commerce.

    O que costuma incluir, além da faixa anterior: produtos e categorias ilimitados, mais imagens por produto, tabela de atacado e varejo, importação em lote, mais usuários ou vendedores, domínio próprio, relatórios mais completos, suporte prioritário, taxa de pagamento menor (em plataformas com gateway próprio) e integrações com ERP.

    Para quem faz sentido: operações com mais de uma pessoa vendendo, que trabalham com atacado, precisam de vários catálogos ou de integração com o sistema de gestão. Na LINK, o plano Complete atende esse perfil, com vendedores adicionais e o Provador de Joias como add-on para quem vende semijoias e joias.

    Faixa 4: e-commerce completo

    Plataformas de loja virtual em planos de crescimento e escala, tipicamente de R$ 150 a mais de R$ 400 por mês nos valores consultados, chegando a planos corporativos acima de R$ 1.000.

    O que costuma incluir: loja com temas, checkout próprio, SEO de produto, marketplaces integrados, nota fiscal, centros de distribuição, suporte dedicado e limites altos de visitas.

    O que entra além da mensalidade: taxa por transação do gateway da casa (que cai conforme o plano sobe), comissão sobre a venda se você usar outro gateway, domínio, apps pagos e, quase sempre, verba de anúncio para trazer tráfego.

    Para quem faz sentido: quem vende para tráfego frio, em volume, com logística automatizada. Não é a ferramenta para quem vende por conversa. Explicamos a diferença em catálogo digital ou loja virtual: qual escolher.

    O custo que não aparece no plano: a taxa por venda

    É o ponto em que mais gente erra a conta. Dois modelos coexistem:

    • Gateway do próprio lojista. O catálogo se conecta à sua conta no Mercado Pago, Pagar.me, PayPal ou PagBank. A taxa por transação é a que você negocia com o gateway, e a plataforma de catálogo não fica com nada da venda. É o modelo da LINK Vendas.
    • Gateway da plataforma. A plataforma processa o pagamento e cobra uma taxa por transação, que costuma cair nos planos mais caros. Se você preferir outro gateway, algumas cobram uma comissão adicional sobre a venda.

    Para comparar, faça a conta com o seu faturamento. Em R$ 10 mil por mês de vendas, cada 1% de comissão é R$ 100. Um plano "mais barato" com 2% de comissão pode custar mais do que um plano de R$ 100 sem comissão. Em como receber pagamento online no catálogo mostramos o que perguntar ao gateway.

    Outros custos para colocar na conta

    • Anual versus mensal. A maioria das plataformas dá desconto de 15% a 25% no plano anual. Compensa depois de testar, não antes.
    • Usuários e vendedores adicionais. Se você tem equipe, veja quantos acessos o plano inclui e quanto custa cada um a mais.
    • Domínio próprio. Algumas plataformas incluem subdomínio; domínio .com.br é um custo à parte, e nem todo catálogo precisa dele.
    • Fotos. Um catálogo com foto ruim não vende em nenhum plano. Considere um dia de fotos com fundo e luz decentes.
    • Migração. Se você tem os produtos em planilha, PDF ou no ERP, importar de uma vez economiza horas. Cadastro manual de 300 produtos é um custo real.

    Como estimar o seu custo total

    Um roteiro rápido:

    1. Conte os produtos (com variações) e veja em qual faixa de limite você cai.
    2. Liste o que é indispensável para a sua venda: pagamento online, frete, atacado, vendedores, importação. Elimine planos que não têm.
    3. Estime as vendas mensais pelo catálogo e multiplique pela taxa de pagamento do gateway (e pela comissão da plataforma, se houver).
    4. Some a mensalidade dos planos que sobraram ao valor do passo 3.
    5. Compare com o que você perde hoje em pedidos errados, comprovantes e horas montando pedido. Para a maioria dos lojistas, um catálogo de R$ 40 a R$ 60 por mês se paga com um ou dois pedidos recuperados.

    Perguntas frequentes

    Quanto custa um catálogo digital por mês?

    Vai de zero, nos planos gratuitos com limites e no catálogo do WhatsApp Business, até algumas centenas de reais em plataformas de e-commerce completo. A faixa de entrada das plataformas de catálogo, com pedido, estoque e pagamento, ficava entre R$ 30 e R$ 60 por mês nos valores consultados em setembro de 2026.

    Existe catálogo digital grátis de verdade?

    Sim, mas com limites: poucos produtos, uma imagem por item, sem pagamento online ou frete calculado, e às vezes com taxa maior por venda. Serve para validar a ideia; deixa de compensar quando o volume de pedidos cresce.

    Quanto custa o catálogo da LINK Vendas?

    Os planos Standard e Complete partem de menos de R$ 50 por mês, com teste grátis de 7 dias sem cartão. Os valores atualizados, o comparativo entre os planos e o desconto anual estão em /planos.

    A plataforma de catálogo fica com uma parte das minhas vendas?

    Depende do modelo. Em plataformas que conectam a sua própria conta no gateway (Mercado Pago, Pagar.me, PayPal ou PagBank), a taxa por transação é a do gateway e a plataforma cobra só a mensalidade. Em plataformas com gateway próprio, há taxa por transação e, às vezes, comissão sobre a venda se você usar outro meio.

    Vale mais a pena o plano mensal ou o anual?

    O anual costuma ter de 15% a 25% de desconto, mas exige compromisso. Use o teste grátis e o primeiro mês para validar que o catálogo funciona para a sua venda; depois, o anual compensa.

    O que encarece um catálogo digital?

    Comissão sobre a venda, usuários adicionais, domínio próprio, apps pagos e limites baixos de produtos ou visitas que forçam a subir de plano. E, fora da fatura, o tempo gasto com cadastro manual e conciliação de pagamento quando a ferramenta não automatiza isso.

    Faça a conta com os seus números

    Quanto custa ter um catálogo digital depende menos do preço do plano e mais do que vem junto: taxa por venda, limites e o tempo que você gasta operando. Para quem vende pelo WhatsApp, um plano de entrada com pedido, pagamento na sua conta e importação costuma se pagar rápido. A LINK Vendas tem teste grátis de 7 dias, sem cartão: crie sua conta, importe os produtos e veja o custo real com pedidos de verdade. Os valores atualizados estão em /planos, e a página de catálogo digital mostra tudo que vem incluso.

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